JOSÉ MASCHIO
da Agência Folha, em Londrina
No processo, Marcelo da Mota havia solicitado o encaminhamento ao STF (Supremo Tribunal Federal) de continuidade nas investigações de pessoas com cargos públicos, com foro privilegiado, que apareciam nas gravações.
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Entre os políticos citados nas gravações estavam o deputado federal Décio Lima (PT-SC), o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB), e o assessor parlamentar Marcelo Sato Rosa, que trabalha para a deputada estadual Ana Paula (PT), mulher de Décio Lima. Sato é casado com Lurian, filha do presidente Lula.
Nas gravações, feitas em 2008, o empresário Francisco Carlos Ramos --um dos presos na operação e denunciado pelo Ministério Público Federal-- aparecia pedindo favores a Lima e Sato, segundo a Polícia Federal. Luiz Henrique aprecia citado por interlocutores de diálogos grampeados.
''Se esses agentes políticos cometeram crime ou não, só a investigação em instância superior irá determinar'', afirmou o procurador de República
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